Jerusalém: uma cidade e três religiões

Os homens se constituem dois grupos: os que têm cérebro, mas não têm religião, e aqueles que têm religião, mas não tem cérebro (al-Maari – Poeta Árabe)

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I – Objetivo

“Três mil anos de história nos contemplam hoje, na cidade de cuja as pedras a
antiga nação judaica se ergueu; e deste ar puro da montanha, três religiões absorveram
sua ciência espiritual e sua força…
Três mil anos de história nos contemplam hoje, na cidade onde as bênçãos dos
sacerdotes judeus misturam-se aos chamados dos muezins muçulmanos e aos sinos das
igrejas cristãs; onde em cada alameda em cada casa de pedra foram ouvidas as
admoestações dos profetas; cujas torres viram nações erguerem e caírem – e Jerusalém
permanece para sempre…
Três mil anos de Jerusalém são para nós, agora e eternamente, uma mensagem de
tolerância de religiões, de amor entre os povos, de entendimento entre as nações…”
(Yitzhak Rabin, Setembro de 1995)

O objetivo deste trabalho é buscar entender como Jerusalém atingiu o status de cidade sagrada para judeus, cristãos e muçulmanos, de forma tão indelével que, mesmo no momento atual é reivindicada por israelenses e palestinos, ou seja, judeus e muçulmanos, sem esquecer dos cristãos que pretendem que ela seja considerada uma cidade aberta e não capital de qualquer Estado Nacional.

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Historiador
Adilson Castro
Atendimento das 08:00 às 18:00hs de segunda a sexta.
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